Também espero por isso: um parar no caminho, um olhar demorado, um olhar de sorriso. E me paro pensando: talvez, talvez eu faça esforços demais para ficar junto. Meu corpo grite: eu estou aqui - consegues me ver? Ou, o que mais preciso fazer para tão perto - tão lado a lado, passo sincronizado - como as flores privilegiadas podem ficar? Sou eu que preciso dar todos os passos? Sou eu que preciso ir ao encontro? Sou eu que preciso ter a primeira palavra sempre? Ou sou eu que deveria dizer: me leva com você como você leva a Flor em sua mão?