Talvez, talvez me carregue nesse caminhar sem rumo definido, inventando um modo particular de existir. É que vivo desses ajustes mínimos de ritmo e pausas, tentando viver sem ponto final, sem tirar as pequenas asperezas que me fazem ser quem sou. Se soo assim, inesperada, quase engraçada, (in)solene... também verto água sobre os caminhos percorridos. Assim, numa espécie de cansaço e memória, olhos presos no infinito que ouso esperar, nesta alquimia do tempo que vira cimento e concreto, vestindo-me a tumba e a púrpura mortalha...