Tudo - sempre - está em suspensão. Eu não sei mais para onde ir, eu não sei mais se sonho, acredito, se vou ou volto (não tenho como ir, nem voltar), não sei mais se subo ou desço, se choro ou seco a dor dos lábios. Aguardo o beijo não dado, mãos segurando as minhas, olhos nos olhos, coração pulsando numa só direção. Mas hoje... Agora... Não há certezas, não há promessas, não há o que pensar, nem se deixar levar, nem buscar... nem ir, nem agir... nem re(agir)... Não, não nego a perda, nem fecho completamente a porta... Não... ainda... não... fecho... a porta...