Olhares inescrutáveis sondam a dança com as palavras. Do ventre do tempo nascem interrogações - um preprint de sem respostas navega no vento desta eternidade de partidas sem levar, de permanências sem ficar. Um sentimento inalterável se mistura em meus pra dentro - abismos de canyons profundos nunca compreendidos. Talvez porque as profundezas aprendam outra linguagem para a luz. Algures a flor sobreviva ao sofrimento - e continue florescendo - apesar de ter sido deixada para trás.