Compreendo a sua dor. Consigo entender a nostalgia da saudade. Palavras não ditas, o vivido e o não vivido e a ausência que corta como o gume afiado e lacerante. A dor da perda não perdoa o tempo e nem esquece o que devia ser e não foi. Mas não há como viver no passado. Ele nos fornece peças/desenhos de quem somos e de quem amamos, mas não temos como voltar para trás. Também não podemos pegar fragmentos lá de trás e jogar à nossa frente. O presente é o que temos para viver. Que possamos olhar para ele com gratidão e seguir em frente. O Amanhã nos espera em algum lugar.